Investigação/Foto divulgação

Ele faz parte de um grupo criminoso investigado em fraudar os cofres públicos mediante a utilização de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) destinadas à aquisição de próteses cardíacas. A falcatrua vem ocorrendo no Oeste do Estado e na Capital.

Segundo a Polícia Federal,  os fornecedores das próteses eram escolhidos por médico e diretores do hospital de acordo com os benefícios pessoais que lhes eram proporcionados: recebimento de valores, patrocínio de viagens ou formalização de contratos fictícios de prestação de serviços de consultoria, utilizados para dissimular os pagamentos ilícitos.

De acordo com a Polícia Federal, o médico responsável por escolher as empresas fornecedoras das próteses cardíacas teria recebido, irregularmente, mais de R$ 4,2 milhões entre os anos de 2014 e 2019.

“Há, ainda, indícios de que a fila de cirurgias do SUS estaria sendo fraudada pelos envolvidos”, comentou um agente.

Os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão em hospital, consultórios médicos, empresas envolvidas e residências dos investigados nas cidades de Xanxerê e Florianópolis.

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