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É o que afirma a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno. Ela diz que durante a crise sanitária, muitas mulheres estão confinadas com o agressor, com dificuldade em pedir ajuda pelo celular, sem poder sair de casa e, além disso, muitas vezes em condições precárias e desempregadas.

Entre março e abril ocorreram no País 117 casos de feminicídio, aumento de 22% em relação ao mesmo período do ano passado que registrou 143 ocorrências.

 

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