Foto : Divulgação

A rebelião começou por volta das 9h desta sexta-feira (14) quando cerca de dez presos dominaram dois agentes e roubaram a escopeta calibre 12. Além da arma, os detentos ainda estão com uma granada de mão e telefone celular, registrando tudo e mandando imagens para familiares, órgãos públicos e para comparsas de outros estabelecimentos prisionais no Estado, incitando novas rebeliões.

Perto do meio dia, uma equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais seguiu de Florianópolis para ajudar nas negociações.

O clima continua tenso na Penitenciária Sul de Criciúma.

A Polícia Militar, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e o Serviço Aeropolicial também foram mobilizados.

Por volta das 15h, a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa informou o fim da rebelião, por meio da seguinte nota:

“Os dois policiais penais que ficaram reféns foram liberados sem ferimentos e estão passando por atendimento médico e psicológico. Os outros dois policiais penais feridos no início do tumulto receberam atendimento médico e foram liberados.

Conforme prevê a legislação, em função da existência de reféns, a negociação foi comandada pelo Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar de Santa Catarina”.

 

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